quarta-feira, janeiro 16, 2008

... sobre o AUTISMO .... in: Aromas de Portugal

AUTISMO - EUROPA







AUTISME-EUROPE

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BELGIQUE

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Stop Discrimination

In Autism Europe





Conheça a Fed. Portuguesa de Autismo

Muitos autistas e seus familiares são discriminados. Uns, porque desconhecem a legislação e não exigem o cumprimento dela. Outros, na depressão e no sofrimento, desistem, separam-se, odeiam-se sem culpa.Informemo-los. -Aromas de Portugal."

A SOLIDARIEDADE NÃO PODE SER UMA PALAVRA VÃ!"

Abraço de esperança
Mário Relvas


Mário Relvas, é pai do Bruno, um jovem autista, de 20 anos.

Não deixem de visitar e ler, pois vale a pena ...

Beijinhos e Obrigada,

Isabel

9 comentários:

Paula Raposo disse...

É verdade que a descriminação é grande. Conheço um caso bem perto de mim, síndrome de Asperger e são os próprios colegas que troçam...as pessoas devem ser educadas sobre muitas questões que desconhecem. Sem dúvida. Beijos.

Palomas disse...

Hola Isabel!!!, difícil es el tema del autismo. Para los papás, que tal vez no encuentran una solución y para los niños y jóvenes que lo padecen. Beijos amiga.

MR disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Mário Relvas disse...

Olá Isabel,

A SOLIDARIEDADE NÃO PODE SER UMA PALAVRA VÂ!

O AUTISMO EXISTE!!

O Autismo é definido como “uma desordem neuro-desenvolvimental caracterizada pelo enfraquecimento nas relações sociais, linguagem, e pela presença de um comportamento repetitivo e estereotipado.

Um beijinho amigo e muito obrigado pelo teu post

Marco Ferreira disse...

Vou ler.

marinheiroaguadoce a navegar

Menina_marota disse...

Felizmente que se está a levar a sério, casos que, ainda num passado recente, eram escondidos pelos próprios familiares.

Conheço pelo menos 2 casos de casais com filhos autistas, um deles bem perto de mim.

Cada vez mais é necessário que a informação seja difundidae não esquecida.

Grata por aqui a partilhares.

Um abraço carinhoso :))

São disse...

Parabéns pela rua solidariedade sempre activa.

Abraço grande.

SILÊNCIO CULPADO disse...

Isabel:
Conto contigo para me ajudares. Agora estou a desenvolver o tema escola versus igualdade de oportunidades. Mas quando terminar (tenho tido muita gente a colaborar porque, não sabia, mas muitos dos meus amigos virtuais são professores)passo para as pessoas com deficiência e depois para as mulheres e daí por diante.
Gostava que me fizesses um post para um dos sub-temas.
Beijinhos
lnsoares@aeiou.pt

Anónimo disse...

Com o devido respeito pelos que nascem com deficiências insuperáveis, porque não falar também das pessoas que um dia foram activas e que acabam a sua existência com elevados graus de deficiência, tais como esclerose lateral amiotrófica, Alzheimer, Parkinson, Hunttington, etc.?
Porque havemos de ser mais atentos àqueles que (infelizmente) nascem deficientes, em detrimento dos que adquirem as deficiências por razões (infelizmente) desconhecidas?
Porque deve ser contemplada uma gestante com um lugar de estacionamento privilegiado, e não o condutor de uma viatura que transporte um dos deficientes supra-citados? Por mais que se não queira, se a gravidez representasse risco, a gestante não conduziria, claramente ao invés do dito condutor.
Entendo que dentro do maior respeito por aqueles que, desde sempre, não se puderam defender, há que fazer algo em prol de todos os que, por razões que também lhes não são imputáveis, já não o podem fazer!