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quinta-feira, outubro 02, 2008

quando a AMIZADE fala ...

Este Post é dedicado ao Vitor, do Blog Um Poema de Vez em Quando, que, a propósito do prémio Blog DestaK, de Setembro/2008, me ofereceu este poema:


M E M Ó R I A S


Muito mais do que um desejo

Ou simples necessidade,

Conto sempre co'a verdade,

Ao registar o que vejo,

Mesmo só no pensamento.

Busco, depois, na lembrança

Idas a tempos passados,

Quando sinto que, marcados,

Uns tempos são, pela esp'rança

E outros p'lo sofrimento.

Vítor Cintra

No livro: AO ACASO


KANIMANBO Vitor.

E ... aqui ficam as minhas memórias, de lá longe ... de Moçambique ...que, ..... pela 1ª vez, partilho com todos vós:


mix do que eu via da minha janela ... seguem-se as legendas:



1 = a minha casa

2= a antiga Câmara Municipal

3 = por ali ficava a Sé Catedral



2 = a antiga Câmara Municipal
3 = a Sé Catedral



4 e 5 = as janelas do meu quarto.


p.s.: a música de fundo que toca chama-se Moçambique.
Kanimanbo, em lingua Ronga, do sul de Moçambique, quer dizer OBRIGADA.

domingo, outubro 21, 2007

Chuva em África - II

Moçambique:

A praia da Catembe; Maputo lá ao fundo.

terça-feira, outubro 09, 2007

Chuva em África.


____ um dia quente ____
____ a praia com chuva ____


bjs
isabel

terça-feira, agosto 07, 2007

Encontro em Família - II


... numa paisagem africana ....
bjs.,
Isabel

quarta-feira, julho 04, 2007

África Minha - IV


... e a minha saudade.

(a foto é da Ilha de Moçambique).

sexta-feira, abril 27, 2007

África Minha - III

África Dela

Eu nunca tive uma casa em África
mas Niza teve.

Nunca vi os pássaros alvorecendo no céu ateado de luz
mas Niza viu.

Nunca andei na longa estrada com os pés encarnados molhados de terra
mas a Niza andou.

Nunca senti o cacimbo arrefecendo a madrugada azul do palmar
mas a Niza sentiu.

Nunca brinquei com o macaco pequeno no dia dos meus anos
mas a Niza brincou.

Nunca comi o fruto da mangueira doce de sol e açúcar
mas a Niza comeu.

Nunca corri nas imensidões de areia acelerado sobre a rebentação
mas a Niza correu.

Nunca ouvi o batuque avançado descontrolado pelo meu corpo
mas a Niza ouviu.

Nunca descansei à sombra da árvore grande
mas a Niza descansou

Nunca cheirei o fogo espalhando a terra e o vento
mas a Niza cheirou.

Eu nunca voltei a África
mas a Niza regressou.

Fernando Camecelha

(Prefácio do Livro Volta à Zambézia, de Niza Paiva)

Este poema encontrei-o no Blog Livro e Autores , e não resisti a ilustrá-lo. De tudo o que o poema diz, e que não me aconteceu, é que eu não voltei a África.


Tenham um lindo fim-de-semana.

Beijos,
Isabel

sexta-feira, março 23, 2007

África Minha - II

... África é espaço
... África é liberdade
... África é côr
... África é o cheiro da terra molhada ...


só quem lá esteve .... só quem sentiu o cheiro ...

sa be o que quero dizer ... sabe o que sinto...

bom fim de semana a cada um de vós
beijo meu
Isabel

Um Poema said... Permite-me acrescentar mais umas definições:

...África é fascínio...
África é sonho tornado realidade...
África é magia
pelo menos aquela África que conheci.

Um abraço

Março 23, 2007 3:03 PM