será que alguém ainda passa por aqui?
vou ficar à espera para ver
Bj
Isabel
sexta-feira, março 01, 2019
domingo, novembro 02, 2014
segunda-feira, julho 18, 2011
____________ I n t e r v a l o ____________

Queridos Amigos e Visitantes:
Vou estar ausente por uns tempos.
Regressarei em breve...
Regressarei em breve...
.
Até lá, tudo de bom para vós.
Beijinhos
Isabel
domingo, maio 01, 2011
segunda-feira, abril 18, 2011
sábado, abril 16, 2011
Sabe onde é o seu local de voto?
Sabe onde é o seu local de voto?
Se não sabe, consulte:
http://www.recenseamento.mai.g ov.pt/
está actualizado e funciona.
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Portugal
sexta-feira, abril 08, 2011
Não vendam o vosso Voto.
... DEVEMOS
Começar a pensar muito bem no dia 5 de Junho próximo ... Devemos começar a pensar muito bem no que tem sido sempre a mesma e habitual abstenção , que faz com que a nossa voz não se ouça ... Temos o direito e obrigação de começarmos a pensar em votar e em apelar ao voto em massa ... Que cada um na sua consciência, pense bem neste assunto e faça um apelo geral ao voto no dia 05 de Junho.
(palavras de autoria de J.Nogueira)
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terça-feira, abril 05, 2011
Pensando ...

Quem nunca altera a sua opinião é como a água parada e começa a criar répteis no espírito
William Blake
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Pensamentos
quinta-feira, março 31, 2011
Petição para Auditoria Imediata das Contas do Estado.

Clique aqui !
O Movimento para a Democracia Directa - DD lançou uma Petição para Auditoria Imediata das Contas do Estado, cujo texto publico abaixo. Se concordar, subscreva e divulgue esta petição pública pelos seus contactos.
«Petição para Auditoria Imediata das Contas do Estado
A situação financeira, económica, social e política, de Portugal é ruinosa. No plano financeiro, o endividamento do Estado e a incapacidade de o Governo suster o crescimento da despesa provocaram um aumento incomportável da taxa de juro e impedem o financiamento do Estado para que este possa solver os seus compromissos. No plano económico, assiste-se, sem reacção governativa eficaz, à falência e ao encerramento de empresas e à diminuição da produção. No plano social, a redução do rendimento e o aumento do desemprego asfixiam as famílias, reduzem o bem estar das comunidades e forçam à emigração. No plano político, verifica-se a deriva ditatorial do governo, que desrespeita a Constituição, restringe a liberdade e distorce a democracia.
A desconfiança no Governo não é apenas dos credores. Os cidadãos portugueses estão perplexos face ao descontrolo da despesa, ao falhanço de todas as previsões do Governo e à apresentação de sucessivos planos de estabilização financeira que logo são substituídos por outros. A taxa de juro subiu acima do ponto de não-retorno (8,86% na taxa das obrigações do Estado, a cinco anos, em 29-3-2011), mas o Governo afirma que não pede socorro financeiro à União Europeia/FMI e tenta empréstimos em condições gravosas.
Perante o colapso, vão ser convocadas eleições legislativas antecipadas. O Governo não pode distorcer a democracia com uma organização enviesada do sufrágio, como sucedeu nas últimas eleições - legislativa e presidencial -, subvertendo as regras do processo eleitoral democrático. Não pode haver eleições verdadeiramente livres e justas sem uma imprensa livre da tutela directa e indirecta do Governo PS, sem que todos os eleitores saibam qual é a sua assembleia de voto (resolvendo a trapalhada do voto de eleitores com cartão do cidadão) e, principalmente, sem ser informado da situação financeira do Estado e do seu sector empresarial.
No momento actual do País, a falta de conhecimento da verdadeira situação das contas do Estado, e do seu sector empresarial, é a principal preocupação do País. O povo não sabe. E tem o direito de saber.
Assim sendo, os cidadãos abaixo identificados requerem aos partidos representados na Assembleia da República, com o patrocínio do Presidente da República, a designação urgente de uma equipa para a realização imediata de uma auditoria independente e rigorosa das contas do Estado, através da Unidade Técnica de Apoio Orçamental do Parlamento, do Banco de Portugal e do Tribunal de Contas, e a publicação de um relatório, até à data de início da campanha eleitoral, sobre a situação financeira do Estado e do seu sector empresarial.»
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quarta-feira, março 23, 2011
"Magic Kiss" ...

O DESEJO DO BEIJO
O beijo é um toque,
Tem muito significado
E é tão bom quando é de amor
...Seco, molhado, mordido ou repenicado
O beijo, abraçado,
É ainda mais saboroso
Tem calor, faz arrepios,
Até estrelas aparecem no ar
Mas mais doce que esse beijo
É o beijo que beija o meu
Tão repleto de desejo
Do desejo do beijo teu
Delfim Peixoto © ®
in, http://poemaluar.blogspot.com/
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Couples
quinta-feira, março 10, 2011
Iniciativa Legislativa de Cidadãos, contra o Acordo Ortográfico.
25 de Setembro de 2008
Leia, assine e divulgue a ILC contra o AO!
http://ilcao.cedilha.net/
Tudo começou no dia 25 de Setembro de 2008, num “post” em que se referia a possibilidade de avançar com uma Iniciativa Legislativa de Cidadãos contra a entrada em vigor do Acordo Ortográfico.
A ideia foi lançada através do Twitter, em 29 de Novembro do ano passado, e imediatamente colheu aceitação junto das diversas comunidades virtuais.
A 5 de Dezembro, a nossa Causa “Não queremos o Acordo Ortográfico!“, na rede social Facebook, passou a ser a peça central do movimento e foi registando um número imparável de adesões.
Redigida e publicada a ILC, começaram a ser recolhidas assinaturas no passado dia 8 de Abril de 2010, centralizando-se toda a informação no site http://ilcao.cedilha.net.
A 5 de Dezembro, a nossa Causa “Não queremos o Acordo Ortográfico!“, na rede social Facebook, passou a ser a peça central do movimento e foi registando um número imparável de adesões.
Pretendemos recolher as 35.000 assinaturas necessárias, ainda durante esta sessão legislativa, para levar a discussão e votação parlamentar um Projecto de Lei que revogue a entrada em vigor do Acordo Ortográfico.
O texto integral da ILC: http://ilcao.cedilha.net/?page_id=92.
Nos termos da lei que regula as Iniciativas Legislativas de Cidadãos, são necessárias 35.000 assinaturas... em papel.
Pode encontrar (e imprimir directamente) o impresso para assinatura individual no endereço seguinte: http://ilcao.cedilha.net/?page_id=273.
Preencha-o conforme as instruções nele indicadas e envie-o por correio normal para o endereço
Apartado 53
2776-901 Carcavelos
Para preencher o impresso de subscrição, precisa de saber qual é o seu número de Eleitor e Freguesia/Concelho onde se recenseou.
Se não sabe, é fácil. Entre no endereço http://www.recenseamento.mai.gov.pt/ e «Indique o Nome ou Número de Identificação e Data de Nascimento».
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e-Censos 2011
(clica na imagem)
Mas será que o Estado tem direito a invadir assim a nossa privacidade?
Já conhecem as perguntas a que somos obrigados a responder?
Elas encontram-se aqui neste >link . Não deixem de as ler ....
Fugir ao Censos pode dar multa de 250 a 3 740 euros (notícia >aqui)
Ninguém refila?
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quinta-feira, fevereiro 24, 2011
Música ...

Entre as graças que devemos à bondade de Deus, uma das maiores é a música. A música é tal qual como a recebemos: numa alma pura, qualquer música suscita sentimentos de pureza
Miguel Unamuno
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Música
quinta-feira, fevereiro 10, 2011
Poesia Matemática ...

Quem 60 a teu lado
E 70 por ti
Vai certamente rezar 1/3
Para arranjar 1/2
De te levar para 1/4
E ter a coragem de te dizer
100 corar
20 amar!
(D.A.)
quinta-feira, janeiro 27, 2011
Sonhar ...

Quem sonha de dia tem consciência de muitas coisas que escapam a quem sonha só de noite
Edgar Poe
quarta-feira, janeiro 12, 2011
Apoio à petição da criminalização do enriquecimento ilícito

Subscrevi a petição da criminalização do enriquecimento ilícito, que o jornal Correio da Manhã, lançou. A corrupção é um dos maiores problemas da democracia representativa portuguesa e todas as medidas legítimas que a combatam devem merecer o nosso apoio. Proponho aos companheiros, aos meus visitantes e amigos a subscrição desta petição.
Petição pela criminalização do enriquecimento ilícito
"O titular de cargo político ou equiparado que, durante o período de exercício das suas funções ou nos três anos seguintes à respectiva cessação, adquirir, por si ou por interposta pessoa, quaisquer bens cujo valor esteja em manifesta desproporção com o seu rendimento declarado para efeitos de liquidação do imposto sobre o rendimento de pessoas singulares e com os bens e seu rendimento constantes da declaração, aditamentos e renovações, apresentados no Tribunal Constitucional, nos termos e prazos legalmente estabelecidos, é punido com pena de prisão de 1 a 5 anos. O infractor será isento de pena se for feita prova da proveniência lícita do meio de aquisição dos bens e de que a omissão da sua comunicação ao Tribunal Constitucional se deveu a negligência."
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segunda-feira, janeiro 10, 2011
... da série Cubismo ... (desenhos geométricos).

A chave de todas as ciências é inegavelmente o ponto de interrogação
Honoré de Balzac
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Geométricos
segunda-feira, janeiro 03, 2011
O que faz falta é avisar a malta ...
Embora antiga ... serve esta música para a triste situação actual de Portugal ...
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Portugal
quinta-feira, dezembro 23, 2010
Então é Natal ...... So, this is Christmas ...

(pfvr. ligue clicando na seta acima)
Então é Natal.
E o que você fez?
O ano termina
E nasce outra vez.
Então é Natal
A festa cristã
Do velho e do novo
Do amor como um todo
Então, bom Natal
E um Ano Novo também
Que seja feliz quem
Souber o que é o bem
E então é Natal
Pro enfermo e pro são
Pro rico e pro pobre
Num só coração
Então, bom Natal
Pro branco e pro negro
Amarelo e vermelho
Pra paz, afinal
Então, bom Natal
E um Ano Novo também
Que seja feliz quem
Souber o que é o bem
Então é Natal
E o que a gente fez?
O ano termina
E começa outra vez
Então é Natal
A festa cristã
Do velho e do novo
Do amor como um todo
Então, bom Natal
E um Ano Novo também
Que seja feliz quem
Souber o que é o bem.
De: John Lennon / Yoko Ono
Versão: Claudio Rabello
Com o meu carinho,
Um beijo grande,
Isabel
Um beijo grande,
Isabel
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Natal
quinta-feira, dezembro 16, 2010
Vi Jesus Cristo descer à Terra ...

Num meio-dia de fim de primavera
Tive um sonho como uma fotografia.
Vi Jesus Cristo descer à terra.
Veio pela encosta de um monte
Tornado outra vez menino,
A correr e a rolar-se pela erva
E a arrancar flores para as deitar fora
E a rir de modo a ouvir-se de longe.
Tinha fugido do céu.
Era nosso demais para fingir
De segunda pessoa da Trindade.
No céu era tudo falso, tudo em desacordo
Com flores e árvores e pedras.
No céu tinha que estar sempre sério
E de vez em quando de se tornar outra vez homem
E subir para a cruz, e estar sempre a morrer
Com uma coroa toda à roda de espinhos
E os pés espetados por um prego com cabeça,
E até com um trapo à roda da cintura
Como os pretos nas ilustrações.
Nem sequer o deixavam ter pai e mãe
Como as outras crianças.
O seu pai era duas pessoas
Um velho chamado José, que era carpinteiro,
E que não era pai dele;
E o outro pai era uma pomba estúpida,
A única pomba feia do mundo
Porque não era do mundo nem era pomba.
E a sua mãe não tinha amado antes de o ter.
Não era mulher: era uma mala
Em que ele tinha vindo do céu.
E queriam que ele, que só nascera da mãe,
E nunca tivera pai para amar com respeito,
Pregasse a bondade e a justiça!
Um dia que Deus estava a dormir
E o Espírito Santo andava a voar,
Ele foi à caixa dos milagres e roubou três.
Com o primeiro fez que ninguém soubesse que ele tinha
fugido.
Com o segundo criou-se eternamente humano e menino.
Com o terceiro criou um Cristo eternamente na cruz
E deixou-o pregado na cruz que há no céu
E serve de modelo às outras.
Depois fugiu para o sol
E desceu pelo primeiro raio que apanhou.
Hoje vive na minha aldeia comigo.
É uma criança bonita de riso e natural.
Limpa o nariz ao braço direito,
Chapinha nas poças de água,
Colhe as flores e gosta delas e esquece-as.
Atira pedras aos burros,
Rouba a fruta dos pomares
E foge a chorar e a gritar dos cães.
E, porque sabe que elas não gostam
E que toda a gente acha graça,
Corre atrás das raparigas pelas estradas
Que vão em ranchos pela estradas
com as bilhas às cabeças
E levanta-lhes as saias.
A mim ensinou-me tudo.
Ensinou-me a olhar para as cousas.
Aponta-me todas as cousas que há nas flores.
Mostra-me como as pedras são engraçadas
Quando a gente as tem na mão
E olha devagar para elas.
Diz-me muito mal de Deus.
Diz que ele é um velho estúpido e doente,
Sempre a escarrar no chão
E a dizer indecências.
A Virgem Maria leva as tardes da eternidade a fazer meia.
E o Espírito Santo coça-se com o bico
E empoleira-se nas cadeiras e suja-as.
Tudo no céu é estúpido como a Igreja Católica.
Diz-me que Deus não percebe nada
Das coisas que criou —
"Se é que ele as criou, do que duvido" —
"Ele diz, por exemplo, que os seres cantam a sua glória,
Mas os seres não cantam nada.
Se cantassem seriam cantores.
Os seres existem e mais nada,
E por isso se chamam seres."
E depois, cansados de dizer mal de Deus,
O Menino Jesus adormece nos meus braços
e eu levo-o ao colo para casa.
.............................................................................
Ele mora comigo na minha casa a meio do outeiro.
Ele é a Eterna Criança, o deus que faltava.
Ele é o humano que é natural,
Ele é o divino que sorri e que brinca.
E por isso é que eu sei com toda a certeza
Que ele é o Menino Jesus verdadeiro.
E a criança tão humana que é divina
É esta minha quotidiana vida de poeta,
E é porque ele anda sempre comigo que eu sou poeta
sempre,
E que o meu mínimo olhar
Me enche de sensação,
E o mais pequeno som, seja do que for,
Parece falar comigo.
A Criança Nova que habita onde vivo
Dá-me uma mão a mim
E a outra a tudo que existe
E assim vamos os três pelo caminho que houver,
Saltando e cantando e rindo
E gozando o nosso segredo comum
Que é o de saber por toda a parte
Que não há mistério no mundo
E que tudo vale a pena.
A Criança Eterna acompanha-me sempre.
A direção do meu olhar é o seu dedo apontando.
O meu ouvido atento alegremente a todos os sons
São as cócegas que ele me faz, brincando, nas orelhas.
Damo-nos tão bem um com o outro
Na companhia de tudo
Que nunca pensamos um no outro,
Mas vivemos juntos e dois
Com um acordo íntimo
Como a mão direita e a esquerda.
Ao anoitecer brincamos as cinco pedrinhas
No degrau da porta de casa,
Graves como convém a um deus e a um poeta,
E como se cada pedra
Fosse todo um universo
E fosse por isso um grande perigo para ela
Deixá-la cair no chão.
Depois eu conto-lhe histórias das cousas só dos homens
E ele sorri, porque tudo é incrível.
Ri dos reis e dos que não são reis,
E tem pena de ouvir falar das guerras,
E dos comércios, e dos navios
Que ficam fumo no ar dos altos-mares.
Porque ele sabe que tudo isso falta àquela verdade
Que uma flor tem ao florescer
E que anda com a luz do sol
A variar os montes e os vales,
E a fazer doer nos olhos os muros caiados.
Depois ele adormece e eu deito-o.
Levo-o ao colo para dentro de casa
E deito-o, despindo-o lentamente
E como seguindo um ritual muito limpo
E todo materno até ele estar nu.
Ele dorme dentro da minha alma
E às vezes acorda de noite
E brinca com os meus sonhos.
Vira uns de pernas para o ar,
Põe uns em cima dos outros
E bate as palmas sozinho
Sorrindo para o meu sono.
......................................................................
Quando eu morrer, filhinho,
Seja eu a criança, o mais pequeno.
Pega-me tu ao colo
E leva-me para dentro da tua casa.
Despe o meu ser cansado e humano
E deita-me na tua cama.
E conta-me histórias, caso eu acorde,
Para eu tornar a adormecer.
E dá-me sonhos teus para eu brincar
Até que nasça qualquer dia
Que tu sabes qual é.
.....................................................................
Esta é a história do meu Menino Jesus.
Por que razão que se perceba
Não há de ser ela mais verdadeira
Que tudo quanto os filósofos pensam
E tudo quanto as religiões ensinam?
Alberto Caeiro, in "O Guardador de Rebanhos - Poema VIII"
Heterónimo de Fernando Pessoa
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